[google-translator]


Listamos aqui 10 pontos a serem evitados por gestores fiscais no planejamento 2025/2026:

  1. Falta de planejamento e análise dos reflexos da Reforma Tributária –  Foi publicada hoje, 17.06.25, a Portaria nº 549/25, que instituiu programa Piloto para implementação da CBS, com participação dos contribuintes. Algumas regras da Reforma já entram em vigor em 2026, e a falta de preparação quanto a ajustes contratuais, sistêmicos e logísticos deixará sua empresa atrás dos concorrentes.
  2. Mau aproveitamento de créditos de PIS/COFINS – especialmente aqueles decorrentes de insumos e regimes diferenciados. A Reforma Tributária estabelece prazo limite para o registro desses créditos.
  3. Classificação fiscal inadequada de produtos – a ausência de revisão constante da classificação fiscal gera riscos e aumento da carga tributária.
  4. Falta de integração entre as equipes de negócios, fiscal, aduaneira e contábil – a ausência de comunicação entre essas áreas provoca perda de informações relevantes para defesa contra autuações fiscais e dificulta o desenvolvimento de novos negócios eficientes também do ponto de vista tributário.
  5. Falta de planejamento aduaneiro nas importações – a definição de modelos operacionais adequados pode resultar em economia tributária e melhoria do fluxo de caixa.
  6. Passividade na busca de ativos tributários – muitos concorrentes já possuem ações judiciais ajuizadas para recuperação de ativos, o que proporciona maior período de recuperação e, consequentemente, melhora o fluxo de caixa futuro em caso de decisão favorável.
  7. Falta de acompanhamento de revisões fiscais – temos observado diversas ofertas de revisão fiscal em que são levantados possíveis créditos sem o aprofundamento necessário, resultando em passivos fiscais relevantes em vez de ativos. É mandatório exigir pareceres técnicos que validem as ações tomadas durante as revisões fiscais, para resguardar a empresa e facilitar a defesa em caso de autuações.
  8. Falta de acompanhamento da legislação de ICMS-ST – o ICMS e o ICMS-ST são responsáveis pelo maior número de autuações em âmbito estadual, muitas delas decorrentes exclusivamente da falta de monitoramento das mudanças legislativas.
  9. Falta de acompanhamento da legislação aduaneira – o acompanhamento das alterações legislativas e do entendimento da Receita Federal evita a geração de passivos tributários e aduaneiros.
  10. Contratação de parceiros que não se importam com seu negócio – seu negócio é único e merece prestadores de serviço que compreendam isso. A proximidade com assessores tributários é fundamental, tanto para a identificação de oportunidades quanto para a defesa em caso de autuações.

Você já avaliou esses pontos em sua operação? Nossa equipe está à disposição para lhe auxiliar.

 

Este material tem caráter meramente informativo. Seu objetivo é apresentar considerações iniciais sobre o tema abordado, sem a pretensão de esgotá-lo ou de substituir a análise aprofundada e individualizada de cada caso concreto. Este conteúdo não deve ser interpretado como consultoria jurídica ou recomendação profissional