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Um estudo recente divulgado pela Universidade de Stanford acende um alerta na contratação de serviços jurídicos: o uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) por consultores, sem a devida supervisão técnica, pode representar riscos concretos aos clientes e comprometer a qualidade da prestação de serviços.
Essas tecnologias vêm sendo amplamente utilizadas para atividades como pesquisa jurisprudencial, revisões tributárias e análise contratual. No entanto, segundo o estudo, os grandes modelos de linguagem ainda são suscetíveis a erros, como a geração de informações falsas, também chamadas de “alucinações”, o que pode afetar diretamente decisões estratégicas e a condução de processos. O estudo destaca: “Essas ferramentas são projetadas para auxiliar em tarefas jurídicas essenciais. No entanto, os grandes modelos de linguagem ainda são propensos a ‘alucinar’ ou inventar informações falsas, tornando seu uso arriscado em áreas sensíveis.” O conteúdo completo do estudo está disponível neste link.
Casos recentes no Brasil já demonstram que o uso não supervisionado da inteligência artificial no setor jurídico pode gerar prejuízos financeiros e até sanções processuais. Diante desse cenário, cresce a importância do apoio de escritórios especializados que saibam aliar tecnologia com responsabilidade técnica e inteligência jurídica aplicada.
Na FI&F Sociedade de Advogados, atuamos com foco em transformar inovação em resultados concretos. Nossa equipe combina expertise jurídica com soluções tecnológicas seguras, apoiando empresas na identificação de créditos tributários, revisão de regimes fiscais, planejamento aduaneiro e estratégias que promovem a redução da carga tributária com segurança e eficiência. Aqui, colocamos a tecnologia a serviço de soluções confiáveis e de alto impacto para o negócio dos nossos clientes.
Este material tem caráter meramente informativo. Seu objetivo é apresentar considerações iniciais sobre o tema abordado, sem a pretensão de esgotá-lo ou de substituir a análise aprofundada e individualizada de cada caso concreto. Este conteúdo não deve ser interpretado como consultoria jurídica ou recomendação profissional