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Conforme notícias divulgadas pela mídia, as medidas que foram apresentadas pelo Ministro da Fazenda para substituir, em parte, a majoração do IOF (supostamente uma redução de 80% na operação de risco sacado), incluem propostas que devem impactar diretamente o mercado financeiro, os investidores e o ambiente de negócios no país.

Entre as principais mudanças propostas estão:

  1. Fim da isenção de IR para LCI, LCA e debêntures incentivadas, que passarão a ser tributados à alíquota de 5%;
  2. Exclusão da alíquota de CSLL de 9% para instituições financeiras, incluídas as fintechs, que ficarão sujeitas às alíquotas de 15% a 20%;
  3. Aumento da alíquota de IR para JCP (de 15% para 20%);
  4. Aumento da alíquota de IR para apostas esportivas (de 12% para 18%);
  5. Redução de incentivos fiscais, em pelo menos 10%, para setores específicos; e
  6. Unificação do IR para aplicações financeiras em 17,5%.

Segundo o Governo, essas medidas têm como objetivo contribuir para o alcance da meta fiscal de 2025 e promover maior equidade no sistema tributário brasileiro. No entanto, as propostas não foram bem recebidas por parte do Congresso Nacional e têm gerado debates quanto à sua efetividade e aos impactos que podem causar no investimento produtivo e na confiança dos agentes econômicos.

A dúvida que persiste é: estamos diante de um verdadeiro avanço em direção à justiça fiscal ou de mais um movimento que desestimula o crescimento econômico e “incentiva” à manutenção/aumento de gastos do Governo?

Se você tem dúvidas sobre como essas medidas podem afetar seus investimentos, o planejamento tributário da sua empresa ou a gestão financeira de seus ativos, o time FI&FSA está à disposição para oferecer suporte jurídico qualificado, com análise técnica e estratégica sob medida para sua realidade.